O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) reportou que, ao encerrar 2025, dezenove estados juntamente com o Distrito Federal alcançaram a menor taxa de desemprego desde 2012, quando começaram as medições pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua. Esse ano, a taxa de desemprego do Brasil fechou em 5,6%, representando a menor na série histórica e reflete uma melhora significativa no mercado de trabalho.
A pesquisa do IBGE, que abrange indivíduos a partir de 14 anos e inclui diversos tipos de ocupações e arranjos de trabalho, registrou uma coleção de taxas mínimas por estado, com Mato Grosso liderando com somente 2,2% e Bahia em posição menos favorável com 8,7%. Além de abordar o desemprego, o levantamento detalhou a informalidade, que terminou o ano com uma média nacional de 38,1%. Notavelmente, algumas regiões, especialmente Norte e Nordeste, mostraram taxas de informalidade superiores à média.
O estudo também realçou uma disparidade nas rendas, onde o Distrito Federal atingiu o maior rendimento médio mensal de R$ 6.320 devido ao alto número de servidores públicos, contrastando com o Maranhão, que teve o menor rendimento, R$ 2.228. Estas variações de renda e taxas de informalidade sublinham a diversidade econômica e social existente nas unidades federativas do Brasil.
De acordo com William Kratochwill, analista da pesquisa, os resultados de 2025 refletem a crescente dinâmica e o rendimento real no mercado de trabalho brasileiro. Estes dados são provenientes das visitas realizadas aos 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal, fortalecendo a robustez das informações apuradas pelo IBGE.
Dezenove estados e DF têm em 2025 o menor desemprego já registrado
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