O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou que o ministro Nunes Marques será empossado como presidente da Corte no próximo dia 12 de maio, sucedendo a ministra Cármen Lúcia, que conclui seu mandato de dois anos. A posse está marcada em um período de significativa importância para a justiça eleitoral brasileira, uma vez que Marques receberá a responsabilidade de conduzir o tribunal em um momento em que a sociedade está cada vez mais atenta às dinâmicas eleitorais.
Nunes Marques, que atualmente ocupa uma cadeira no Supremo Tribunal Federal (STF), foi indicado ao STF em 2020 pelo então presidente Jair Bolsonaro, após a aposentadoria do ministro Celso de Mello. Anteriormente, Marques atuou como desembargador no Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região e teve uma carreira como advogado que durou cerca de 15 anos, além de ser juiz no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Piauí, seu estado natal.
A designação do presidente do TSE é feita através de um sistema de antiguidade entre os membros do STF. O ministro André Mendonça, outro integrante do STF, assumirá a vice-presidência da Corte Eleitoral.
O TSE é constituído por sete ministros: três vindos do STF, dois do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dois advogados indicados pelo presidente da República, todos com seus respectivos substitutos. Esta composição busca garantir uma representatividade diversificada e equilibrada, essencial para a supervisão das eleições no país.
A posse de Nunes Marques e a transição de comando no TSE ocorrem em um contexto de contínua modernização e vigilância do processo eleitoral brasileiro, prometendo uma gestão focada na integridade e na transparência eleitoral.
Nunes Marques assume presidência do TSE dia 12 de maio
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