Em um pronunciamento nacional na noite desta quarta-feira (1º), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que as forças militares dos EUA estão avançando para atingir os “objetivos estratégicos centrais” na guerra contra o Irã, que inclui o desmantelamento da defesa do regime iraniano. Este conflito, que dura 32 dias, já se aproxima de uma mudança significativa no cenário político regional.
Trump se vangloriou das vitórias militares, prometendo intensificar os ataques nas próximas semanas. Segundo ele, apesar da mudança de regime não ser um objetivo inicial, a morte dos líderes iranianos trouxe uma nova liderança “menos radical”. Mesmo com negociações em andamento, o presidente revelou que há alvos estratégicos definidos, especificamente usinas de geração de energia, evitando ataques às instalações petrolíferas para preservar a reconstrução futura do Irã.
Durante o discurso, Trump exagerou afirmações sobre a destruição das forças iranianas, sem fornecer detalhes claros, e abordou a situação do Estreito de Ormuz, crucial para a exportação global de petróleo. Ele destacou que os EUA quase não dependem do óleo transportado por essa rota, e instou os países dependentes a assumirem maior responsabilidade na proteção do canal.
O presidente agradeceu aos aliados no Oriente Médio e minimizou o impacto do aumento dos preços do petróleo nos EUA, atribuindo-o a ataques iranianos à região. Neste contexto, Trump comparou a duração do conflito atual com guerras anteriores envolvendo os Estados Unidos, reiterando o devastador impacto sobre o Irã em apenas um mês de combate.
Contudo, o presidente não mencionou os protestos em massa ocorridos nos EUA, onde milhões de americanos expressaram descontentamento com a guerra e as políticas de imigração do governo. Segundo a imprensa local, Trump enfrenta uma acentuada queda de aprovação em seu segundo mandato. A cobertura é baseada em informações da Agência Brasil, fontes do governo e relatos da imprensa americana sobre os eventos.
Trump amplia retórica bélica contra Irã e minimiza alta do petróleo
Internacional

