O Rio2C, maior encontro da economia criativa da América Latina, concluiu sua oitava edição no Rio de Janeiro com um público de 55 mil participantes e uma agenda fortalecida em tópicos de inovação cultural e impacto econômico. O evento, segundo seu idealizador Rafael Lazarini, destacou-se pela maturidade institucional e a crescente compreensão do potencial econômico da cultura no desenvolvimento nacional.
Originado no setor audiovisual, o Rio2C expandiu-se para abraçar diversas vertentes da economia criativa, incluindo música, games, moda, publicidade, arquitetura e design, conforme explicou Lazarini em entrevista exclusiva à Agência Brasil. A transformação do evento em um verdadeiro hub de criatividade reafirma as possibilidades de emprego e renda que este setor pode gerar, movimentando não apenas a cultura, mas também a economia em um sentido mais amplo.
Durante o evento, foi discutida a importância do “soft power”, ou seja, a capacidade de influenciar globalmente por meio da cultura e da arte, um conceito cada vez mais relevante na estratégia de projeção internacional do Brasil. Além disso, a atual edição, sob o tema “Code of Meaning” (Código de Significado), provocou reflexões sobre o propósito e a essência da criação em meio à enxurrada de conteúdo, muitas vezes impulsionada pela inteligência artificial.
O encontro também reforçou a posição do Rio de Janeiro como epicentro cultural e criativo do país, um local de vital importância para debates e inovações que moldarão o futuro das indústrias criativas no Brasil.
Fotos de Tomaz Silva, da Agência Brasil, documentaram o evento na Cidade das Artes, capturando a essência vibrante e inovadora do Rio2C, que continua a ser uma plataforma crucial para o entendimento e expansão da economia criativa no panorama nacional.
Visão sobre economia criativa está amadurecendo, diz fundador do Rio2C
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