O Brasil enfrenta o Marrocos, atual campeão da Copa Africana de Nações, neste sábado (13) às 19h (horário de Brasília), em Nova Jersey, pela Copa do Mundo de 2026. A seleção marroquina, conhecida como os Leões do Atlas, se destacou ao alcançar a quarta posição na última Copa, no Catar, superando o próprio Brasil. Este jogo promete ser desafiador, especialmente pelo talento reconhecido de Achraf Hakimi, lateral do Paris Saint-Germain, que representa uma grande ameaça ao lado esquerdo brasileiro, conforme analisado pela historiadora e comentarista esportiva Rachel Motta da TV Brasil.
A expectativa para este encontro é alta, tendo em vista a habilidade de Marrocos de influenciar fortemente em campo, especialmente através de Hakimi, que deve pressionar o ataque brasileiro, incluindo a estrela Vinicius Júnior. Além do Marrocos, outras nove seleções africanas participam deste Mundial, que acontece entre Canadá, México e Estados Unidos, o primeiro a contar com 48 equipes, ampliando a diversidade e o desafio da competição.
O jogo de abertura, que se realiza no Estádio Azteca, na Cidade do México, nesta quinta-feira (11), às 16h, coloca frente a frente o México e a África do Sul. Este último país volta ao torneio mundial após uma pausa desde que sediou o evento em 2010. Outras seleções africanas, como Senegal, Gana e Egito, também são apontadas como destaque por Rachel Motta, quem projeta chances reais de avanço para estes times dadas suas estrelas, como Sadio Mané e Mohamed Salah.
Na frente política e social, destaca-se a problemática envolvendo a negativa de entrada nos Estados Unidos do árbitro somali Omar Abdulkadir Artan, sublinhando as complexas intersecções entre esporte e diplomacia internacional. Este incidente levanta questões sobre a adequação dos Estados Unidos como anfitriões durante um período de conflito com o Irã, colocando em discussão os princípios de ética e paz promovidos por organizações como a FIFA e a ONU.
A competição segue com grandes expectativas e desafios, tanto dentro quanto fora de campo, representando não apenas um evento esportivo, mas também um palco para diálogos interculturais e políticos significativos.
Copa: Brasil estreia contra Marrocos, que surpreendeu o mundo em 2022
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