A Advocacia-Geral da União (AGU) intensificou seus esforços no combate a fraudes em aposentadorias do INSS ao protocolar mais um lote de ações regressivas, visando recuperar cerca de R$ 135 milhões desviados. Esse conjunto de ações é parte de uma série que busca reaver fundos subtraídos do erário por meio de descontos não autorizados em benefícios previdenciários.
As ações regressivas foram movidas contra diversas associações que supostamente facilitaram ou se beneficiaram diretamente dos descontos ilegais. Esses desvios foram detectados após reclamações dos próprios aposentados, que notaram reduções suspeitas em seus proventos. O INSS já ressarciu os afetados, somando um dispêndio de R$ 2,74 bilhões para mais de 4 milhões de beneficiários.
A Justiça, até o momento, autorizou o bloqueio de R$ 4,4 bilhões em ativos dessas associações, mas apenas R$ 514 milhões foram efetivamente localizados, incluindo dinheiro em contas, 17 imóveis e 76 veículos. Os esforços continuam para localizar mais bens que assegurem o ressarcimento ao tesouro público.
Este última série de ações abrange entidades como a Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais e Agricultores Familiares (Contag), o Sindicato Nacional dos Aposentados do Brasil (Sinab), e outras importantes associações trabalhistas e de aposentados. A lista completa das entidades processadas inclui tanto novos processados no quarto lote quanto aqueles já acionados anteriormente. A AGU mantém firme seu compromisso de combate a fraudes e proteção aos direitos dos aposentados.
Os esclarecimentos da AGU sinalizam mais um passo importante na defesa da integridade dos sistemas de seguridade social do país e na garantia de que os recursos destinados a ajudar os que já contribuíram tanto para a sociedade sejam devidamente protegidos. Detalhes adicionais sobre o processo e as ações da AGU podem ser acompanhados diretamente no portal digital do órgão.
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AGU cobra na Justiça mais R$ 135 milhões ligados a desvios no INSS
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