O Brasil registrou 88 casos confirmados de Mpox, com prevalência no estado de São Paulo, que acumula 62 ocorrências desde janeiro. Os números refletidos nos estados do Rio de Janeiro, Rondônia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Distrito Federal complementam essa estatística. Segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde, a doença, causada pelo vírus Monkeypox, demonstra síntomas de leve a moderada intensidade, sem registrar óbitos este ano.
Transmissível por contato próximo, a infecção clínica caracteriza-se por erupções cutâneas, bolhas, febre, e dor de cabeça, entre outros sintomas. A transmissão do vírus ocorre através da proximidade com pessoas infectadas, pelo ar e contato físico direto, assim como pelo compartilhamento de objetos pessoais contaminados. A identificação precisa do vírus exige exames laboratoriais específicos, sendo crucial o isolamento imediato de indivíduos suspeitos até a conclusão da fase contagiante, conforme orientações do Ministério da Saúde.
Tratamentos disponíveis focam no alívio dos sintomas e na prevenção de complicações. Não existem medicamentos específicos aprovados para Mpox, portanto a recomendação é manter práticas de higiene rigorosas e, em casos de necessidade, uso de equipamento de proteção para evitar contágio. Apesar da infecção ser autolimitada na maioria dos casos, indivíduos com sistemas imunológicos comprometidos apresentam risco elevado de complicações graves.
Em São Paulo, apesar de um apontamento marginalmente diferente da Secretaria Estadual da Saúde que reportou 50 casos – com a capital sendo a mais afetada – o controle e monitoramento continuam intensivos. A disseminação geográfica e o monitoramento de novos casos continuam sendo chave para a gestão e controle do surto atual.
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